terça-feira, 29 de julho de 2014




É certo que não há nada que me agrade no caminhar rente ao limite, olhos semi-cerrados e visão nebulosa.
Sofrimento. Não!
Já não me assusta o caminhar na corda bamba, a iminência da queda, a eloquência da dor. 
Não quero medo, quero só amor.


(Amanda)



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