sexta-feira, 25 de julho de 2014




Não é o fim e nem o começo, é só uma vontade de chorar e dançar ao mesmo tempo e – numa beira de rio – cirandar com as ondas doces. Deixar o vento trazer o que tiver que ser agora e levar o que foi ontem. 
Dançar para sentir expandir. Chorar para diluir. Esvair a emoção, fazê-la uma oferenda para a natureza. 
Chorar, sem ser de tristeza...do nada e por tudo... mas dançando o milagre que é a existência, embriagando a alma de lágrimas e beleza...

VIDA como te quero inteira...


(Amanda) 




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