Não é o fim e nem o começo, é só
uma vontade de chorar e dançar ao mesmo tempo e – numa beira de rio – cirandar
com as ondas doces. Deixar o vento trazer o que tiver que ser agora e levar o
que foi ontem.
Dançar para sentir expandir. Chorar para diluir. Esvair a emoção, fazê-la uma oferenda para a natureza.
Chorar, sem ser de tristeza...do nada e por tudo... mas dançando o milagre que é a existência, embriagando a alma de lágrimas e beleza...
VIDA como te quero inteira...
(Amanda)
Dançar para sentir expandir. Chorar para diluir. Esvair a emoção, fazê-la uma oferenda para a natureza.
Chorar, sem ser de tristeza...do nada e por tudo... mas dançando o milagre que é a existência, embriagando a alma de lágrimas e beleza...
VIDA como te quero inteira...
(Amanda)

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